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DIRIO DE VIAGEM

[20]   Nuno  |  04/12/2003

AI, OS MENINOSGǪ !!!

01.Dez.2003 G 9 horas G Aveiro, Rotunda Severim Duarte - Uma decis+o do momento e desprovida de qualquer pondera++o levou-nos de Aveiro ao Caramulo e trouxe-nos do Caramulo para Aveiro numa viagem GǪ para recordar, quanto mais n+o seja:

  • Pelas vistas G enquanto sub+amos, o dia soalheiro e a humidade ainda presente real+avam os tons da paisagem;
  • Pela neve G que nos +ltimos kmGs da subida para o Caramulo se ouvia aqui e ali a ressoar nos Schwalbe, sendo rara no asfalto mas pintalgando de branco a Serra do Caramulo;
  • Pelo gal+o quentinho G paragem estrat+gica na Vila do Caramulo para reequil+brio de for+as e tentar enganar o intenso frio que nos esperava;
  • Pelo Frio G que nos imp+s a regra do camionista (descer na mudan+a com que subir+amos) na g+lida e tortuosa descida at+ Campia;
  • Pela dist+ncia G A suficiente para inviabilizar a viagem caso fosse conhecida ou levemente ponderada + partida;
  • Pela companhia G 3 arfadores, tal qual personagens de Alexandre Dumas;
  • Pela insensatez G a fazer lembrar aquelas aventuras que punham toda fam+lia, vizinhos e outros que n+o conhec+amos de parte nenhuma em busca dos meninos perdidos (no tempo em que os meninos n+o tinham telem+vel e a consequ+ncia mais marcante da insensatez era o conforto do chinelo da mam+), aqui as personagens que melhor se adaptariam seriam os simp+ticos e traquinas: Arfopsiquinho, Arfo@inho e Arfa+liquinho.

Enfim, gostei GǪ

No rescaldo da arfadela
nuno gomes



[19]   Nuno  |  19/09/2003

Estrela da Estrela - 2003

Foi no S+bado passado (13.Set.2003) l+ para as bandas da Serra da Estrela, em reposta ao convite de Ant+nio Malvar e, certamente, como forma de se redimirem dos pecados do prazer do BTT que 55 pecadores se submeteram a uma severa autoflagela++o: 132 km, tr+s ascens+es ao alto da Serra da Estrela, com 4112 m de acumuladoGǪ
CONSEGUI e s+ agora consigo gritar GǣFiiiiz uma Estrela da EstrelaGǥ.
Garanto que por umas horas deixei de sentir a tenta++o de arfar.

Foi DUUURO:

A Estrela da Estrela de perfil
Subida 1: Covilh+ G Piornos
Subida 2: Manteigas G Torre
Subida 3: Seia - Torre

nuno gomes



[18]   Nuno  |  18/09/2003

Aveiro G Caramulo - Torre

18.Set.2003
Querido di+rio, bem sei que estou em falta, j+ l+ vai um m+s desde a nossa aventura Aveiro G Caramulo - Torre e n+o partilhei contigo uma palavra que fosse, mas sabes foi mais um daqueles passeios ma+adores em que nada acontece, em que pass+mos dois dias sentados num selim a pedalar, com aqueles cen+rios banais da serra do caramulo e da serra da estrela, com um tempo perfeitamente incaracter+stico, c+u sem nuvens, sem vento, sem chuva, sem calor e sem frio. Como se n+o bastasse, ainda algu+m teve a ideia de fazer o 1- dia de viagem fora de estrada, 80 km fora de estrada, dos quais 20 com tanta pedra como eu nunca me lembroGǪ, com t+o boas estradas para o CaramuloGǪ!!! Mas o segundo dia n+o foi melhor, n+o + que fomos por estradas onde ningu+m passa, anda ali uma pessoa kms e kms sem sentir um carrito a passar por n+s. Se juntarmos a tudo isto a companhia do Miguel, do Ferr+o e do Valdemar, bem v+s o que passei, nada ajudouGǪ Isto n+o lembra a ningu+mGǪ
Mas enfim, l+ cheg+mos + Torre, e a+ sim aquilo + que foi lindo, nunca tinha visto uma coisa assim, tanta garrafita de pl+stico junta, + certo que era numa +rea pequena (de 100m X 100m talvez) mas todinha coberta por garrafitas, dava um efeito lindo lindo ao Parque Natural da Serra da Estrela. Provavelmente consequ+ncias da Volta a Portugal, que seis dias antes tinha passado por ali...
Dito isto querido di+rio, ser+ conveniente esclarecer aqueles que n+o me conhecendo possam ter ficado confusos com este meu desabafo, passo a esclarecer:

Ligar Aveiro (cota 20m) + Serra da Estrela (cota 1993m) passando pelo Caramulo, era mais uma experi+ncia que nos proponhamos realizar e que se mostrou execut+vel, deixando-nos mais uma vez rendidos aos encantos e prazeres das coisas simples.
15.Ago.2003 G Aveiro Caramulo G 1- etapa da viagem com todos os ingredientes, menos descidas, est+ claro: Subidas penosas, subidas t+cnicas, muita pedra, Gǣsingle tracksGǥ, caminhos por desbravar e com tudo o que a nossa vista alcan+ava: o mar, a ria de Aveiro, a serra do caramulo e em segundo plano o objectivo final desta viagem, a Serra da Estrela.
16.Ago.2003 G Caramulo G Torre G Depois do desgaste do 1- dia at+ + vila do Caramulo havia que descer at+ Tondela, subir, descer at+ ao Rio D+o, subir, voltar descer o vale do Mondego e dar in+cio + subida daquele monstro cujo dorso avist+vamos desde a sa+da do Caramulo e que se aproximava a cada pedala. Chega a ser uma imagem GǣassustadoraGǥ, que nos imp+e respeito e nos convida a viajar em economia de esfor+o. + medida que nos aproximamos vamo-nos sentindo pequenos e j+ em Seia somos completamente esmagados pela sua impon+ncia.
Damos in+cio + subida que at+ ali fazia parte do nosso imagin+rio e que at+ h+ bem pouco tempo apelid+vamos de loucos aqueles que a faziam. + fant+stico: a dureza da subida, ver diminuir a cidade que h+ pouco deix+mos, ressurgir no horizonte o desafio ontem superado (o Caramulo), chegar ao Sabugueiro, sentir que ia ser poss+vel, passar pela Lagoa Comprida, registar a impon+ncia vista de cima, ... est+vamos no ponto mais alto do dorso do gigante, desta vez ele tinha-nos deixado subir.

::::OBRIGADO ARFADORES::::E::::PARAB+NS::::

nuno gomes



[17]   Nuno  |  10/07/2003
Pequena "cr+nica" dum Arfador na Supertravessia.

A mais dura prova de btt realizada na pen+nsula Ib+rica + tamb+m, certamente, uma das provas mais gratificantes de concluir. A ST + um daqueles raros projectos que n+o nos deixa dormir nos longos meses que o antecedem e nos deixam perfeitamente atordoados ap+s a sua concretiza++o, + um sonho que n+o desvanece ap+s realiza++o.
+ uma experi+ncia que recomendo a todos aqueles que gostam muito, muito, muito, ... de fazer BTT, que tenham alguma/muita capacidade de sacrif+cio e que tenham prazer em testar o limite dos seus limites.

Agora, com os objectivos integralmente alcan+ados e sobejamente ultrapassados, tudo parece f+cil, tudo foi gratificante e plenamente justificado.
As j+ esperadas adversidades foram muitas e os momentos de fraqueza f+sica/mental apareceram com alguma regularidade, principalmente nos primeiros dias de prova. A come+ar pela 1- etapa, que muito embora encarada por mim com muita cautela e muito respeito, a dist+ncia, 4 subidas demolidoras e o intenso calor (m+x = 45-C : m+dia = 33-C) fizeram mossa, com as pernas acusarem o cansa+o e o pior foi + chegada: ao exclamar: "-Foi duro, muito duro...", a voz moralizadora da experi+ncia (Ant+nio Malvar) retorquiu: "-...esta + a etapa mais f+cil da ST".
A 3- etapa, aquela que me pareceu a mais dura desta ST, foi a etapa em que mais sofri, a mais decisiva na minha presta++o e aquela em que a for+a da mente mais se evidenciou. + semelhan+a das 2 etapas anteriores parti para esta etapa num ritmo lento e deixei fugir todos os companheiros de viagem. A etapa come+ava a subir e eu s+ pensava nos 25 km a tostar no forno da subida de Barca de Alva a Castelo Rodrigo. A Gest+o do esfor+o permitiu-me chegar a Castelo Rodrigo (km 50) muito bem. Nesta altura, pensava eu que as dificuldades estavam ultrapassadas, agora seriam s+ 74 km a rolar at+ Alfaiates... Baaah... Errado!!!!. O calor, o vento quente de sul, o cansa+o f+sico acumulado e o pedalar sozinho durante tantos Kms, foram demasiado penosos e comecei a "ouvir algu+m" que me dizia: "- por que + que te metes nestas coisas??? Tu n+o v+s que n+o tens vida para isto!!!". Ao Km 97, um erro de navega++o e uma sombra de 7 a 8 pinheiros foram a gota que fez transbordar o copo e o golpe desferido pelo "homem da marreta" foi fatal, sentei-me, estendi as pernas, comi frutos secos, pus as m+os + cabe+a e pensei: -AI no que eu me fui meter... 2 ou 3 minutos de descanso e vejo ao longe a cometer o mesmo erro de navega++o o Fernando Carmo, ainda tive for+as para gritar: - N+o + por a+... S+ tive tempo de dar por conclu+do o pic-nic e por o CamelBak +s costas, ora se o grande triatleta tamb+m estava em dificuldades e at+ vinha atr+s de mim havia que aproveitar a "boleia". Fui no seu encal+o e passados 3 kms l+ estava eu na companhia do Fernando, algo se tinha passado comigo, sentia-me com for+a e nos +ltimos 24 km imprimi um ritmo bastante intenso o que permitiu atenuar a dist+ncia para os primeiros da etapa. Sem que ele soubesse quanto, fiquei em d+vida com o FC.
Em Alfaiates, entre a hora de lavagem da roupa e os momentos de descanso que antecediam o jantar, ponderava se valia a pena, no sofrimento das primeiras 3 etapas e naquele que estava para vir e, ao mesmo tempo, era injectado com doses "cavalares" de alento: Os momentos +nicos do mais puro BTT, o gozo de acabar cada etapa, o ambiente da fam+lia ST, as mensagens dos arfadores, o carinho das minhas estrelinhas e aquela que mais for+a teve e que mais responsabilidades me incutia, a prenda da In+s:


A partir da 4- etapa as temperaturas baixaram ligeiramente, o corpo estava adaptado +s exig+ncias, estava a encaixar-me bem no andamento do Jorge Almeida e/ou do Jos+ Maria e fui encontrando o meu ritmo de viagem.
Com excep++o da etapa 9 (Monsaraz - Castro Verde) a mais longa etapa de BTT j+ alguma vez realizada em Portugal (171,24 km), onde voltei a pedalar aproximadamente 140 km apenas com a companhia do vento contra e onde o desalento se fez sentir nos +ltimos 30 Km, n+o mais senti a presen+a do "homem da marreta".
A +ltima etapa foi mais uma etapa fant+stica, o pressentir que ia chegar ao fim camuflou totalmente o cansa+o acumulado de 10 dias de viagem e de 1100 km pedalados, foram 70 km a gozar o m+ximo do BTT, foi uma ARFADELA cont+nua e permanente, com o ponto m+ximo na chegada a Sagres... que satisfa++o, ... que felicidade..., Apoderou-se de mim uma paz interior inabal+vel, s+ explic+vel e compreendida pelos viajantes da 1- Super Travessia...

No final, no almo+o/lanche de encerramento pairava uma grande confus+o de odores mas os mais evidentes eram a satisfa++o, a como++o, a nostalgia e o desejo, ainda inconfess+vel, de voltar para o ano.

(A entrega do diploma e o elogio do Ant+nio Malvar:
"... quem o viu e quem o v+...!)

A toda a fam+lia da 1- Supertravessia um grande abra+o de parab+ns e o meu muito obrigado pela partilha daquela miscel+nea de sensa++es, pela forma como tudo decorreu e como acolheram este "outsider" Aveirense. Um abra+o especial aos meus mais pr+ximos e ass+duos companheiros de viagem (Jorge Almeida e Jos+ Maria) que muito me transmitiram da sua vasta experi+ncia e que me "obrigaram" + busca de novos limites e claro ao Ant+nio Malvar, pelas palavras de incentivo e por pensar, concretizar e colocar + nossa disposi++o, de forma t+o brilhante, esta m+quina de sofrimento/sonhos.

( SENDIM - Foto parcial da fam+lia ST )

Para o ano h+ mais ! ?

No rescaldo da Arfadela

nuno gomes

A n+o perder: Artigo com os dados biom+tricos do Nuno Gomes na SuperTravessia

Links da Supertravessia:

Ciclonatur - Site Oficial da SuperTravessia
Fernando Carmo e Jorge Almeida
Rui Sousa



[16]   Nuno  |  17/06/2003

Arfadores

De esp+rito +vido de aventura e na senda da arfadela, c+ vou eu embarcar para a super viagem de Rio de Onor a Sagres pelos trilhos do Portugal profundo.
Ansiedade + com certeza o sentimento comum aos 24 companheiros de fortuna. !!! Vamos p'r+ Supertravessia...!!!.
Aguarda-nos a mais longa e dura prova de BTT j+ realizada na Pen+nsula Ib+rica, um arrojado testes aos nossos limites, uma viagem fascinante com aproximadamente 100 horas de pedalada, uns desafiantes 1200 km, ligeir+ssimos 22088 metros de subidas e as amenas temperaturas que nesta altura caracterizam o interior Transmontano, a Beira Alta, a Beira Baixa e o sempre refrescante Alentejo.

As Etapas:

Etp

Data

+nicio / Chegada

Km

Subida (m)

1

19.Jun.03

Rio de Onor / Sendim

104

2440

2

20.Jun.03

Sendim / Freixo

68

1433

3

21.Jun.03

Freixo / Alfaiates

127

2371

4

22.Jun.03

Alfaiates/ Monfortinho

92

1722

5

23.Jun.03

Monfortinho / Idanha-a-Nova

71

1615

6

24.Jun.03

Idanha-a-Nova / Castelo de Vide

125

2812

7

25.Jun.03

Castelo de Vide / Campo Maior

87

1418

8

26.Jun.03

Campo Maior / Monsaraz

130

1785

9

27.Jun.03

Monsaraz / Castro Verde

173

2498

10

28.Jun.03

Castro Verde / Rogil

119

2771

11

29.Jun.03

Rogil / Sagres

65

1223

Objectivos:

1- Viajar/Arfar ao longo de 11 dias;

2- Chegar ao fim (e de sa+de);

3- Concluir a totalidade das etapas com o melhor compromisso - rapidez / sofrimento; e

4- "last, but not the least" - Apresentar-me em condi++es cicl+veis no Domingo06.Jul.2003 p/ o passeio de "quintal" c/ os arfadores.

Estrelas cintilantes: Mesmo depois do sacrif+cio que lhes infligi, da mudan+a de h+bitos e das aus+ncias em treino e em esp+rito, continuo a ser compreendido e acarinhado nesta "loucura" com o precioso apoio das minhas 3 Estrelinhas que, sempre presentes, me v+o fortalecer e ajudar a superar este desafio.

nuno gomes

!!! ... ele h+ "gajos" que se metem em cada uma ... !!!

A presen+a neste evento conta o patroc+nio do Cr+dito Agr+cola, do Centro de Cultura e Desporto do Cr+dito Agr+cola M+tuo e com o apoio de Pernalonga - Super Bike Shop e GIFT.



[15]   jo+o  |  13/06/2003
Ter+a-feira, 10 de Junho, feriado nacional. Um belo dia de sol sem nortada. As condi++es ideais para fazer um percurso ligeiramente diferente do habitual, menos montanha e mais plan+cie. E assim foi. Os quatro Dukes - ArfoPsico (Valdemar), Arfa+lico (Nuno), ArfoLebre (Miguel) e Arfo@ (Jo+o) meteram rodas a caminho.
Sa+mos de Aveiro em direc++o + Praia da Tocha, sempre junto + ria, que, aqui, corre paralela ao cord+o dunar que separa o mar dos campos de cultivo. Percorridos os "Estados Unidos da Gafanha", assim chamados pela sequ+ncia de mais de trinta quil+metros de freguesias que t+m em comum duas coisas: o nome, sempre come+ado por Gafanha - Gafanha da Nazar+, Gafanha da Encarna++o, Gafanha da Boa Hora, Gafanha do Aqu+m, Gafanha do Are+o, etc., etc., - e o facto de serem locais de forte emigra++o para as Am+ricas, atacamos a estrada, um pouco de alcatr+o n+o faz mal a ningu+m, em direc++o + Praia de Mira. Aqui, depois da circunvala++o da Lagoa de Mira, rumamos + Praia da Tocha pelo meio do pinhal, que se estende daqui, em mancha cont+nua, at+ + Nazar+, constituindo a maior mancha de Pinho Bravo da Europa.
Pelo longo caminho de piso degradado e mantos de areia, tendo como companhia o chilrear dos p+ssaros e a pureza do ar, e sempre que a arfante respira++o o permitia, fomos contando algumas hist+rias. Surpreendeu-nos a do Miguel, pela positiva, que s+ refor+ou o que j+ sab+amos: ser Arfador + um estilo de vida.
Contou ele que, no passado m+s de Maio, no dia da marinha, aportava uma fragata da classe Vasco da Gama +s calmas +guas do porto de Aveiro quando toca o seu telem+vel. Era o Tenente Eug+nio Mateus, seu velho conhecido das andan+as BTT+sticas, que assim o chamava. Sabendo ele que em Aveiro h+ os Arfadores, n+o hesitou em ambarcar, tamb+m, a sua BTT para, assim que os comprimissos oficiais o permitissem, e logo que lograsse pisar terra, pudesse dar azo, em terras de Aveiro, + sua paix+o: O BTT.
Segundo contou o Miguel, foi lindo de se ver, marinheiros experientes, em formatura no conv+s, fazer contin+ncia ao Tenente e sua companheira. Isto no desembarque, porque no embarque o espect+culo foi id+ntico. N+o h+ d+vida, o BTT pode muito!

[14]   jo+o  |  08/06/2003
O Ver+o est+ quase a chegar, as temperaturas andam altas, o chamamento da praia demasiado intenso, os mi+dos que n+o se calam, as m+es, que durante os frios meses de Inverno preferiam o aconchego dos lares, fazem, agora, coro com eles. Motivos demasiados que justificam a aus+ncia de v+rios Arfadores no passeio de hoje pelo quintal.
Agora o que perderam + n+o v+o mais ter a oportunidade de ver! Pois +..., algo est+ a mudar para os lados do C+sar, de tal forma a sua atitude mudou que at+ inspirou a veia po+tica do Ferr+o: "se quer rapidez e perfei++o, tenha o Pernalonga sempre + m+o".
Espantoso! mas ver+dico. O C+sar, sem ningu+m lhe pedir, foi o primeiro, isso mesmo, o primeiro, a deitar m+os + obra na repara++o de um furo na bicicleta do Bacalhau. Haviam de ver, toda a gente + volta incr+dula com o que se estava a passar. Toda a gente comentou que o rapaz estava a mudar, e para melhor!
S+ para ver isto valeu a pena "regressar" ao quintal. O ritmo de passeio foi +ptimo para quem esteve de "molho" 3 semanas. O pior foi o regresso a Aveiro, via Alquerubim. Eu bem avisei o ArfoSprinter que queria chegar a casa, mas j+ sabem como +, apanha-se no alcatr+o e + v+-lo a pedalar. Aqueles "troncos" que mais parecem pernas, para cima e para baixo a um ritmo, bem..., escusado ser+ dizer que para mim foi demais. S+ de olhar para ele j+ ficava cansado.
Chegado a casa l+ me esperava o meu grande amigo Sof+. Foi a tarde toda.

[13]   Nuno  |  28/05/2003
Travessia de Portugal em BTT 2003 com a digna representa++o de um Arfador.

+ o Valdemar na senda da arfadela.

VALDEMAR!!
Aproveita o m+ximo, interioriza o esp+rito, s+o 5 dias em que s+ existe: a boa disposi++o do grupo; TU; o trilho; e o que a vista alcan+a.

[12]   Nuno  |  15/05/2003
2- Maratona BTT 100 km PTG G 10.Mai.2003

CONSEGUIMOS! Estivemos em Portalegre. Cheg+mos, Arf+mos e Conclu+mos aquele que foi, at+ ao momento, o nosso mais duro desafio.

Objectivos Propostos- medidos pelo Indice de Realiza++o (IR):
1 - Obter o m+ximo prazer na arfadela: IR = valor n+o quantific+vel oo%
2 - Arfar: IR = 150%
3 - Concluir os 100 Km PTG no tempo determinado (10:00): IR = 100%
5 - Classifica++o entre os 100 primeiros: IR= 0% (objectivo adiado para a 3- Maratona PTG)

Factos comprovados:
1 - A brilhante organiza++o dos Ases do Pedal, desde o levantamento da documenta++o + espectacular sopa de ca++o, tudo correu impecavelmente, sem reparos. Est+o de parab+ns todos aqueles que integraram essa magn+fica equipa.
2 - Considerando a dimens+o de Portugal, a 2- Maratona BTT G 100 Km PTG foi, provavelmente, a maior concentra++o de BTTistas da Europa.
3 - A falta de civismo de alguns pseudo-Bttistas, aqueles que conspurcaram a GǣcasaGǥ que n+o + deles. Por quanto tempo teremos que conviver com essa esp+cie de gente?!
4 - A vontade de voltar G dia 08.Mai.2004 l+ estaremos!!

Os ArfoHer+is:
1 - Pedro Costa -> 90 Kms com o quadro partido e a " traseira " a dan+ar de um lado para o outro ... + O ESP+RITO DO BTT;
2 - Paulo (ArfoM+rtir) -> pelo esp+rito de sacrif+cio revelado nos +ltimos 80 Km G Temos ARFADOR!!


[11]   m+rio  |  10/03/2003
SERRA DA FREITA - 09/03/03 Como estava lindo o dia! Foi uma pena que s+ cinco arfadores se tivessem feito + estrada +s 8,15h e deslocado at+ ao alto da serra, Sr- da Laje, para mais um fant+stico passeio. Foram s+ 25 Km mas num percurso diferente do habitual,visit+mos as aldeias de Carvalheda (ap+s uma longa e empedrada descida!), P+voa de Ch+es e Ribeira, esta +ltima num enquadramento natural magn+fico que surpreendeu os arfadores. Depois fizemos bem a subida do dia (1,5 km em 15/20 min)at+ ao miradouro da Frecha da Mizarela. Seguimos por Caba+os e por uns trilhos de p+ posto, passamos para o outro lado..Castanheira e as pedras parideiras!A+, dois companheiros retiraram-se (Ferr+o e Mariano) dado o adiantar das horas. Ainda tivemos pernas para subir ao alto do pico do gralheiro, apreciando o magn+fico horizonte e seguimos pelo empedrado da portela da anta na direc++o de Albergaria da Serra. Sa+mos pelo trilho habital, demos a volta ao cabe+o a oeste do marco S. Pedro Velho e cheg+mos aos carrros "de apoio" reltivamente cedo (12,30h), perfeitamente a tempo de uma conversa e de umas bolachinhas! Enfim, mais uma face da serra que ficou conhecida e mais um belo passeio realizado! ARFEM

[10]   Jo+o  |  04/03/2003
Depois de um banho retemperador, um cozido + boa maneira Portuguesa, a +poca assim o imp+e, s+ agora + que arranjei for+as para me levantar do sof+ e utilizar algumas das partes do corpo que menos me doem para escrever algumas linhas, os dedos.
Hoje + dia de Carnaval e a sa+da, tal como o dia, mais pareceu um carnaval. S+ tr+s Arfadores corresponderam + chamada: Ferr+o, Nuno e Jo+o. Os outros, bem..., ainda devem estar a carpir as m+goas e a curar as mazelas de Domingo passado, salvo, + +bvio, raras e honrosas excep++es, n+o + assim Valdemar? Essa tua vida profissional d+ cabo de ti!
Sa+mos de Aveiro, passamos por Albergaria, descemos a Sernada e subimos at+ Lagoa. Isso mesmo! S+ foram 96 Km (!) feitos em cinco horas e meia, metade deles a subir at+ Lagoa. Isto foi coisa do Ferr+o, como j+ devem ter percebido! O Nuno s+ dizia: - "Temos de fazer isto mais vezes para nos prepararmos para Portalegre"! N+o liguem, o rapaz anda passado. Mas n+o se ficou por aqui. N+o contente com a louca descida de Lagoa at+ + zona Industrial de Cedrim, s+ curvas e contra-curvas, felizmente n+o passou nenhum carro, ainda se arvora a comentar: - "S+ demos 63 km/h"! Nenhuma das curvas foi feita pela m+o, a estrada era estreita demais para curvar +quela velocidade, mas mesmo assim o rapaz ainda achou que andou pouco.
J+ estou cansado outra vez. Vou regressar ao sof+ que l+ + que estou bem!

[9]   Nuno  |  03/03/2003
PEDIDO DE DESCULPAS +S FAM+LIAS DOS ARFADORES Sernada, 2.Mar.2003 G Partida: 9:00 G hora prevista de chegada 12:00. - ... 14:00 horas G Algures no meio monte, come+ava a levantar-se uma ligeira brisa que tresandava a: maxilares tensos, punhos cerrados, olhares faiscantes e a uma enorme vontade de amaldi+oar ... . A brisa sentiu-se mas desvaneceu-se sem qualquer tipo de exterioriza++o, pensa-se que em virtude da sua (deles) elevad+ssima educa++o, muito embora, uma corrente de opini+o, na qual eu n+o acredito, defenda que o ArfoGuia da semana tenha sido salvo pelo Gǣdeplor+velGǥ estado f+sico em que se encontravam os arfadores. Um ligeir+ssimo engano, devido ao corte de alguns pontos de refer+ncia e +s profundas altera++es do terreno provocadas por um rigoros+ssimo inverno, deu azo a 90 minutos de r+pidas e t+cnicas descidas que nos encheram a alma. Tal era a sua espectacularidade que cada uma delas foi de imediato percorrida no sentido inverso, admirando-a calmamente e aferindo cuidadosamente o estado do trilho. S+ assim se absorve toda a ess+ncia de uma grande descida (na perspectiva do arfador )... ... ap+s o normal per+odo de recupera++o f+sica, salvaguardado o pedido de desculpas +queles que, sem gozarem directamente estas aventuras, esperam sem desesperar, poder-se- ia colocar a quest+o: - N+o haver+ algum m+rito do ArfoGuia em conseguir que o grupo pedalasse por trilhos t+o exigentes durante 5 horas e trinta minutos??? Certamente haver+, sen+o a chuva n+o teria aben+oado a parte final do passeio, como que a indicar o caminho de regresso ... - Digam l+ que n+o foi um magn+fico treino; - Algu+m tem a coragem e/ou a ousadia de escrever que n+o se respeitou integralmente a esp+rito do BTT G ARFAR; - Algu+m tem a ousadia de escrever que n+o foi bom passar o pequeno resto de tarde no sof+ a identificar m+sculos nunca dantes descobertos.

[8]   Jo+o  |  03/03/2003
Sernada do Vouga, mas que duro desta vez! A multiplicidade de percursos alternativos n+o tem fim! Apesar de ser o "quintal" c+ do burgo, n+o p+ra de surpreender. Quem sobrevive a um dia como este est+ pronto para enfrentar qualquer desafio. Mais de cinco horas em cima da bicicleta, provis+es esgotadas, alguns quase desfalecimentos, muito por culpa da impetuosidade t+o pr+pria de alguma juventude, subidas looongas, muita, muita lama, chuva.... Como se isso n+o bastasse, ou ainda fosse pouco, algu+m se lembrou de decorar o bolo! E l+ se foram quase duas horas, completamente perdidos no meio da serra, + procura de um trilho que se recusava, e recusou, a aparecer! N+o restando outra alternativa, j+ se viam as caras bem amarelas de alguns desfalecidos, mais por fome que por outra coisa, l+ tivemos de retomar o mesmo caminho em sentido inverso, s+ que agora a subir, e que longa era a subida, mais custosa ainda por causa do piso escorregadio! + assim o xisto molhado. Algu+m se passou quando decidiu enveredar por caminhos que dizia conhecer, mas que a praxis demonstrou n+o ser verdade. Mas n+o s+o estes imprevistos que moldam o car+cter do Arfador? Claro que sim. Venham mais sa+das destas que estaremos prontos para as enfrentar, nem que seja sempre a Arfar.

[7]   Nuno  |  20/01/2003
Sernada, 19.Jan.2003 - Enquanto uns pedalavam num cen+rio de Gǣquatro paredes pintadas e um cheirinho a ... Gǥ, outros avan+avam destemidos contra a chuva, frio, vento, pedra, muito declive, lama, muita lama, muit+ssima lama e rios por cima de pontes. Superadas as adversidades e hostilidades, ap+s 50 km de esfor+o e sofrimento que o prazer justificou plenamente, restaram 2 resistentes e, claro est+, s+ podia haver um vencedor: O ESP+RITO DO BTT G ARFAR. Em Aveiro, pelo fim da tarde, os ventos vindos de Sernada ressoavam as vozes do f+sico: Gǣ AI, AIIII QUE ESTOU T+O MALLLGǥ e as vozes do esp+rito: GǥAIIIII QUEEE ME FEZ T+O BEEEEEEMMMMMMMGǥ

[6]   Jo+o  |  14/01/2003
Que espect+culo!!!
Neve, gelo, frio de rachar, +gua, vento, rochas, lama..., um nunca mais acabar de dificuldades, mas que acabaram por transformar esta sa+da numa sa+da inesquec+vel. S+ as quedas no gelo, violentas, foram dolorosas!
Para l+ voltar, r+pido, enquanto ainda h+ neve.

[5]   Jo+o  |  09/01/2003
Estive a falar com o mui respeitado arfador Ferr+o e ele transmitiu-me que estava muito triste, pois tinha sido acometido por uma s+bita e estranha enfermidade que o deixou completamente derreado durante todo o fim de semana. O seu estado de tristeza adveio do facto de ningu+m lhe ter ligado, de ningu+m lhe ter feito um simples telefonemazinho, quando, disse ele, foram os arfadores que lhe provocaram a doen+a. Ent+o, permitiram- se eles, os Arfadores, ligarem-lhe a dizer que iam fazer BTT para Sernada, no domingo + tarde, quando de manh+, lhe tinham dito que n+o iam e, afinal, sempre se dispuseram a ir quando ele j+ n+o podia! + +bvio que, depois disso, ele s+ poderia cair num estado: DOENTE! E ainda por cima, ningu+m lhe liga a confort+-lo, a demonstrar a solidariedade e o apoio que se exigem para um doente. Simplesmente..., INADMISS+VEL!!!

[4]   Jo+o  |  05/01/2003
ARFAR - O Esp+rito do BTT. Mas afinal de contas o que significa isto, o esp+rito do BTT? Simplesmente o que se passou hoje! Estava eu descansado em casa, a preparar-me para uma valente "tardada" de sof+ quando..., eis que, +s 13 e pico horas, o telefone toca. Era o Valdemar a perguntar: - queres ir andar para Sernada +s 14:30? Qu+?!, foi o que me ocorreu responder, t+o inveros+mil me pareceu a proposta. Mas era a s+rio. Ainda retorqui: - e o almo+o? ainda n+o comi! Comes pouco, foi a resposta. Perante tanta determina++o n+o tive outra hip+tese que n+o fosse alinhar. E assim, +s 14:30, l+ compareceram em Sernada os valentes arfadores Valdemar, Nuno, Jo+o, o Edu e, surpresa, a esposa, ah..., e o C+sar! Pelos visto foi ele quem desencadeou tudo (!!!). Bem, a chuva era mais que muita, at+ trovoada meteu, a +gua no trilho para o Bra+al teimava em tomar conta da mais pequena nesga de terreno, a lama..., nem se fala. Completamente ensopados, fomos at+ + queda de +gua da Cabreia. Que espect+culo, ainda mais impressionante que a semana passada. S+ por isto valeu a pena perder a tardada de sof+ e enfrentar a intemp+rie que tudo fez para desistirmos. Mas n+o conseguiu. Venham mais sa+das destas!

[3]   c+sar  |  02/01/2003
Parece que o passeio do ultimo fim de semana do ano foi atribulado, partimos perto de 25 chegamos juntos ao fim cerca de 10 (uma boa m+dia). Bem mas parece que se deve repetir o passeio para ver se desta vez o grupo fica mais coeso. Est+ combinado Domingo 9 da manh+ na esta++o de Sernada do Vouga . Para os mais debilitados existe uma proposta de umas voltinhas a meio da semana. Primeira tentativa sexta-feira dia 3 de Janeiro as 20 horas na loja do PernaLonga para uma uma voltinha de cerca de uma hora.

[2]   M+rio  |  02/01/2003
E no primeiro dia de 2003, l+ pelas 10,30h eis que 3 ARFADORES (os restantes ficaram a cur+-la...?) se fizeram + estrada e, montados nas dign+ssimas btts, rumaram + Praia da Barra para o tradicional banho de Ano Novo - para que conste: Ferr+o, M+rio e Valdemar. Esperava-nos mais um dign+ssimo arfador (demorou s+ meia hora para nos encontrar, mas + compreens+vel... elas n+o matam mas moem ;))...n+o +; Jo+o?!. Os outros v+o roer-se de inveja por n+o terem apanhado com aquela chuva miudinha na cara, por n+o terem transpirado champagne e outras iguarias alco+licas ingeridas h+ poucas horas atr+s, abrindo assim o apetite para uma .."vitelinha assada no forno"... e uma tarde de sof+ valente (com os olhos mais fechados que abertos!) AH, + verdade... o banho no Atl+ntico foi s+ para os outros, cheg+mos atrasados ao banho colectivo! e n+o quer+amos estar a armar-nos em fortes..., ali sob o olhar de centenas de pessoas que passeavam no pared+o, tirar a roupa...etc! N+o, essa forma de estar n+o + connosco! Pedalar e dar + lingua, est+ bem! BOM ANO PARA TODOS! VIVA OS ARFADORES!

[1]   Jo+o  |  02/01/2003
Nova funcionalidade j+ dispon+vel. Agora j+ podem proceder + altera++o dos vossos dadods pessoais "on-line". Para isso basta aceder + p+gina "Alterar Dados Pessoais. Arfem!


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