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DIRIO DE VIAGEM

[8]   nuno  |  22/06/2006

LUSOALPES 2006

N+o + nada f+cil relatar de forma a fazer sentir o que foi o LusoAlpes. + uma experi+ncia simplesmente fant+sticaGǪ, o trajecto constru+do pelo Guillaume + verdadeiramente not+vel e + do mais pur+ssimo BTT.

+ um evento extremo, ou se gosta muito ou se detesta.
Eu, porque as sensa++es vividas justificam plenamente a sua Gǣviol+nciaGǥ, tenho a sorte de ser dos que sentem um grande fasc+nio pelo LusoAlpes.

Ao longo de 10 horas de pedalada montanha acima, pedra abaixo, ocorrem-nos pensamentos e ouvimos coisas que nos v+o dando o conforto que necessitamos para chegar ao fim:

- GǣBoa sorte! Vamos com muita calma e sem desesperos, vai correr tudo bem!Gǥ - (O cumprimento e abra+o amigo + sa+da de Amarante de quem sabe o que nos esperaGǪ)
- GǣVinha a pensar para comigo: para burro bastava eu!Gǥ -
(coment+rio do GǣVelhoGǥ que descia a cal+ada GǣAlpes Duez do BTTGǥ com um cesto + cabe+a enquanto n+s a sub+amos com a bike +s costas.)
- GǣGǪvamos endireitar isto, temos que chegar ao fim para a filha ficar toda orgulhosa do pai!Gǥ - (o meu companheiro de viagem Manuel aquando da avaria da mola das pastilhas dos meus trav+es.)
- GǣIsto + que + BTTGǪquem n+o quer sofrer fica no sof+GǪ" -
(Di+logos entre companheiros de aventura sempre que os trilhos fechavam, as pedras apareciam e dificuldades de progress+o aumentavam.)
- GǣEste aparelho + fant+sticoGǥ -
(Elogio GPS quando navegava no meio do nevoeiro e a visibilidade n+o era superior a 2/3 metros.)
-
GǣGǪdeixa-os vir, que v+o ver o que + um c+o de verdade!Gǥ - (Manuel Costa, em resposta aos meus receios quando 3 c+es se afastavam do rebanho com alguma vontade de nos GǣguardarGǥ a n+s.)
- GǣSe eles est+o c+ para trabalhar, n+o h+ perigoGǪGǥ
- (Quando verifiquei que os homens que fariam a manuten++o nos geradores e+licos se encontravam abrigados da chuva dentro das carrinhas.
Auto convencimento para enfrentar o temporal que se abateu sobre n+s no ponto mais alto do Alv+o e comecei a temer o risco de trovoada.)

- GǣHoje fiz mais um amigo, com quem me deu um prazer imenso pedalar!Gǥ -
(Foi o Manuel Costa da Majorfe - Rebordosa, que apanhou boleia do meu GPS e que me ajudou a superar todas as dificuldades.)

T+o gratificante como o concluir, s+ sentirmos a partilha deste desafio com os nossos amigos, naqueles sorrisos de satisfa++o estampado nos rostos transfigurados do cansa+o.
GRANDES ARFADORES!!!

Um abra+o arfante
nuno gomes




[7]   vasco  |  01/05/2006
Maratona do Contrabando - Moimenta

Finalmente o regresso a Moimenta, conhecida como Moimenta da Raia, situada no extremo norte do concelho de Vinhais, distrito de Bragan+a.

Em virtude do excelente conhecimento que tenho sobre o povoado, pois durante muito tempo passei parte das minhas f+rias de ver+o no mesmo, desde logo senti curiosidade por que lugares e trilhos o Raid /Maratona de 50 e poucos km iria passar. A organiza++o da responsabilidade da C+mara Municipal de Vinhais, dinamizada pelo H+lder, que muito tem feito pelo BTT, e por trazer centenas de betetistas e famliares a este recanto integrado na +rea do Parque Natural do Montesinho.
Pois muito bem: este ano o percurso entrou em terras castelhanas, bem perto do local geogr+fico conhecido pela fraga dos tr+s reinos, onde efectivamente se divide o territ+rio de Portugal, a regi+o aut+noma da Galiza e Le+o/Castela.
Moimenta, Hermisende, Zeive, Dine, Mountouto e regresso a Moimenta. Os locais pouco dir+o aos que n+o s+o da terra. Para mim est+o cheios de significado pois vezes sem conta ouvi do meu av+ hist+rias do arco da velha, de persegui++o de contrabandistas (trelo) e de um Portugal de h+ 70/80 anos que deixou de existir.
O passeio iniciou-se com a descida + Ponte do Cou+o sobre o Rio Tuela, por alcatr+o, mas rapidamente entramos num trilho que serpenteou a encosta pelo chamado Vale de Bragan+a. Ap+s alguns Kms a primeira subida do dia que curiosamente j+ a tinha feito h+ cerca de dois anos e regresso + estrada que vai a Monfreita. Sa+da pelo lado esquerdo e entrada num trilho com uma descida alucinante para Hermisende, j+ em Espanha. Aqui foi servido o primeiro abastecimento.
Muito se tem dito sobre a qualidade dos abastecimentos e a maior ou menor qualidade da oferta dispon+vel. Quem quiser verificar o que + uma organiza++o, de um organismo p+blico, + certo, mas que n+o se limita a oferecer +gua de garraf+o e laranjas, + s+ participar neste passeio que tudo indica se far+ em 2007. Eles foram empadilhas, chouri+o, alheiras, presunto, queijo, marmelada, .... Como era passeio e porque Portalegre + j+ a seguir aproveitei para saborear um pouco de tudo e permitiu-me reflectir na atitude de muitos betetistas que entravam no espa+o a correr e saiam a fugir como se o acabar o mais depressa poss+vel lhe trouxessem alguma mais valia...enfim, cada um + que sabe de si...De Hermisende regressamos a Portugal, sempre por altitudes consider+veis, chegando aos 1300 metros. Passagem por Zeive e entrada em Dine. Se o primeiro abastecimento foi recheado de iguarias op+paras sobre o 2- ...pode dizer-se que as alheiras estavam um mimo e pensei mesmo ficar por ali pois tinha boleia garantida com o Fernando, amigo nosso que nos acompanhou de carro, e que ainda provou o repasto.
Subida ainda a Montouto a cerca de 1000 metros de altitude na encosta da Serra da Coroa e regresso + Moimenta .
Tivemos tempo ainda para viver o ambiente da feira franca que l+ se realizava e pena foi mesmo n+o termos assistido + chega de bois, animaiszinhos que podem facilmente ultrapassr os 500 kg. O boi de cobri++o ou boi da aldeia + um bicho de estima++o e quando o mesmo perde na luta com outro boi, de outra freguesia, em tempos era sin+nimo de grande vergonha e de luto, pois animal de incontorn+vel virilidade, se afugentado ou derrotado por outro, a popula++o masculina do lugar passaria certamente a dormir menos bem. Abandonando agora a etnografia e concluindo o percurso de BTT da maratona do Contrabando: estrad+es muito rolantes, descidas vertiginosas e algumas trai+oeiras, pois alguns regos estavam escondidos por detr+s de lombas pronunciadas, subidas que nunca mais acabavam... enfim, todos os ingredientes para nos porem + prova, a n+s e + m+quina. Carvalhos , castanheiros e pinheiros, fazendo lembrar o pinheiro n+rdico, eram a nota dominante da paisagem
Serviu tamb+m para fazer um reconhecimento visual para o passeio que quero organizar de cerca de 100 Km para um grupo muito restrito de tal forma ser+ a sua dificuldade f+sica: Moimenta- Lago de Sanabria.
Abra+os e at+ para a pr+xima

Vasco

[6]   vasco  |  09/04/2006
Raid Raia 90 - Idanha Finalmente a primeira maratona do ano com 100 Km. Embora o desn+vel (subidas acumuladas) n+o fosse por ir al+m, duas delas prometiam estragos: a conquista de Penha Garcia, quem l+ andou sabe do que falo, e a subida de Monsanto...pela cal+ada romana , pois claro, e como n+o podia deixar de ser...com ela + m+o. Como nenhum amigo arfador alinhou, e como os Figueirenses tamb+m acabaram por desistir, desesperado teria de arranjar companhia pois fazer a viagem at+ Idanha s+...come+a a ser muita fruta pra mim. Dessa forma, depois de estabelecidos os contactos, segui viagem com ilustres representantes de um dos grupos de BTT da cidade de Coimbra: GR Clube. Tive o prazer da companhia do Ant+nio Queir+s, Rui Agapito e Paulo Ramos. Quanto + maratona, e no que respeita ao meu estado f+sico, estava com curiosidade para ver a minha presta++o, pois tive parado praticamente duas semanas depois da lama da Maratona do Centro (Leiria)e tinha recome+ado + cerca de uma semana com treinos bidi+rios, intercalados com telefonemas e mails provocat+rios para o nosso amigo trabalhador de um organismo do Estado (JR). O percurso fabuloso. A paisagem arrebatadora. Come+amos em Idanha, a descer por uma cal+ada t+cnica e progressivamente l+ fomos calcorreando trilhos, estrad+es at+ chegarmos + barragem de Idanha onde o azul da albufeira contrasta harmoniosamente com o verde da paisagem. Nessa passagem mais um mergulho numa po+a de lama que me provocou uma queda inesperada e nem tempo tive de tirar o p+ do encaixe. Enlameado volto + corrida , depressa apanho um grupo de mais tr+s e deixo-me ir com o mesmo. De repente eis-me apenas com um betetista montado numa...SantaCruz vendida e com assist+ncia , como n+o podia deixar de ser, no C+sar. Embora n+o lhe tenha perguntado o nome , agrade+o o facto de me ter lubrificado a transmiss+o, pois n+o obstante o piso apenas pontualmente estar lameado, tinha a corrente sem +leo e chiava que parecia arrebentar a qualquer momento. Subida a Penha Garcia e mais tarde a Monsanto, pela dita cal+ada. Fica a certeza de que a paisagem merece de novo ser visitada pois + magn+fica. Quase a chegar a Idanha sou apanhado pelo Ant+nio Queir+s e deixo-me ir na roda dele. Chegamos juntos + meta e pouco tempo depois chegam os restantes GR-s que como + seu apan+gio est+o sempre em grande forma. Fiz cerca de 5.35 minutos, mais minuto, menos minuto, e bati todos os recordes em tyermos e tempo num Raid de 100 Km. + claro que a altimetria n+o foi nenhuma coisa do outro mundo mas psicologicamente foi compensador. Segue-se Gr+ndola e a+ terei a companhia do Nuno e do Jo+o Maia. Vamos a ver..como + que as coisas correm. Rezem para que n+o chova, pois mesmo em Idanha, onde a chuva que cai n+o se compara com a do litoral, partes do tro+o muuita lama foi presenteado aos participantes. Vasco

[5]   jo+o  |  06/03/2006

A Maratona da Mealhada conquistou definitivamente o seu espa+o e identidade pr+pria. Esta Maratona da Primavera, +, indubitavelmente, o primeiro grande evento de BTT a n+vel nacional. Os atletas t+m, aqui, a primeira grande oportunidade para testarem a sua condi++o e prepara++o f+sicas. A comprov+-lo, o n+mero de participantes que n+o p+ra de crescer ano ap+s ano.

O calend+rio das maratonas e outros eventos nacionais + vasto e variado. J+ n+o + poss+vel ir a todas. Mas felizmente que assim +! Com t+o grande n+mero e variedade, os mecanismos da selec++o natural n+o deixar+o de se impor e, no futuro, s+ as melhores sobreviver+o, seja pela geografia e beleza natural das regi+es onde se realizam, seja pelo n+vel e qualidade da organiza++o. E, neste particular, a Aventura21 n+o facilita. Com o n+vel de excel+ncia a que j+ nos habituou, este ano esteve como s+ poderia estar: extraordin+ria.

S+ quem esteve presente pode avaliar isso, porque este ano, a Maratona da Mealhada foi diferente. As previs+es meteorol+gicas n+o podiam ser piores. Como disse um companheiro, com muita propriedade, n+o faltava l+ nada: ventos com rajadas at+ 100 km/h, chuva, granizo, neve acima dos mil metros. Felizmente, para n+s, a orografia da Serra do Bu+aco n+o chegava t+o alto.

No entanto, quem, na regi+o Aveiro, j+ estivesse na estrada por volta das 7:45, p+de assistir aquilo que mais parecia um tornado. Num repente, e desaparecendo tal como apareceu, em poucos minutos um vendaval enorme derrubou sinais de tr+nsito, contentores do lixo, partiu +rvores, levantou a +gua da chuva acumulada na estrada mais parecendo que estava a chover do ch+o. Impressionante! Com este espect+culo (!?) muitas foram as d+vidas sobre a realiza++o ou n+o da maratona. Quantos GǣmalucosGǥ deixariam o aconchego dos seus lares para se aventurarem por montes e vales naquelas condi++es tempestuosas?

N+o foi um nem dois, foram centenas! N+o sei se pela paix+o e apego + modalidade, se pela confian+a que depositaram na organiza++o. Qualquer que tenha sido a raz+o, e n+o foi pela inscri++o j+ estar paga, pois a organiza++o fez saber, em mais uma atitude not+vel a juntar a tantas outras, que devolvia o dinheiro a quem desistisse, centenas de atletas n+o quiseram deixar de marcar presen+a na Maratona da Mealhada, facto que comprova inequivocamente a maturidade desta evento que j+ + o maior de toda a regi+o centro e norte de Portugal. E como a sorte protege os audazes, o temporal amainou e o c+u azul, ainda que a espa+os, tamb+m ele n+o deixou de marcar presen+a na hora da partida.

Esta maratona ir+, por certo, ficar para sempre na mem+ria de todos os que nela participaram. Chegar ao fim, estou em crer, tornou-se o principal objectivo para grande n+mero, sen+o a maioria, dos atletas. As condi++es do terreno eram dur+ssimas, a lama era omnipresente, ribeiros caudalosos, alimentados pela fortes chuvas que a espa+os teimavam em cair com ferocidade, foram atravessados, uns a p+ outros ainda em cima da bicicleta. Em duas ocasi+es, o granizo tamb+m fez quest+o de n+o primar pela aus+ncia. E no alto dos moinhos foi a vez do vento, forte, avassalador, capaz de desequilibrar os mais incautos e menos atentos.

Lutar foi uma constante. E j+ n+o se tratava de lutar s+ contra os elementos. Era uma luta tamb+m interior, contra n+s pr+prios, onde a busca pela mais pequena reminisc+ncia de +nimo capaz de nos levar at+ ao fim foi uma constante. A bicicleta n+o rolava, as rodas afundavam na lama, os trav+es h+ muito que estavam destru+dos pelos quilos de lama acumulada em tudo o que era superf+cie e reentr+ncia.

Foi uma maratona de trabalho, do princ+pio ao fim, uma maratona da tenacidade, da vontade de vencer, uma luta s+ ultrapassada na dimens+o por aquele sentimento inebriante e possuidor, expresso por uma +nica palavra s+ para n+s proferida: Gǣ- ChegueiGǥ!

As minhas +ltimas palavras, de apre+o e admira++o, v+o para a organiza++o e para todos os elementos por ela mobilizados. Organizar uma maratona desta dimens+o e com esta qualidade + uma tarefa gigantesca, mas nas condi++es em que esta o foi, + uma tarefa tit+nica s+ ao alcance de organiza++es superiores.

Se + verdade que os atletas sofreram, o que dizer das dezenas e dezenas de jovens e adultos que aguentaram no seu posto intr+pida e estoicamente a intemp+rie que tamb+m sobre eles se abateu, e executaram com denodado e empenhado esfor+o as tarefas de que foram incumbidos?

+ Aventura21 e a todos aqueles que tornaram poss+vel a realiza++o deste evento +nico, um bem haja e que nunca lhes faltem as for+as nem as capacidades para continuarem a organizar esta Maratona da Mealhada, a Maratona da Primavera.

Jo+o Ribeiro

[4]   vasco  |  22/02/2006
Uma 4- feira diferente Depois de levar a minha filha ao infant+rio, por volta das 10.00 horas decidi fazer uma volta distinta das outras, das que tinha vindo a fazer. Nas +ltimas duas semanas fui a Oliveira de Frades, via Ribeiradio e S.Jo+o da Serra (regresso). Nessas voltas olhva para o imponente maci+o Da Gralheira, e para toda a Serra da Arada. Hoje teria de l+ andar. Deixei o carro em Macinhata do Vouga, tomo o caf+zinho +s 11.00 horas em ponto e vamos a isso que se faz tarde. Macinhata, Pessegueiro, Couto de Esteves (1- paragem para devorar uma sande de presunto e uma banana), e ao fim de algum tempo alcan+o a Pitoresca povoa++o S.Jo+o da Serra. Descanso no largo, provo umas novas barras e como trazia tamb+m uma laranja n+o perdi tempo. A dolorosa estaria por vir. Ataco logo, sempre por alcatr+o, pois claro, a +ngrenme subida para Manhouce e eis-me a serpentear a encosta depois de ter feito o mesmo ao longo do Vouga. Uma intermin+vel subida, sentindo sempre o atrito dos pneus 2.0 da minha BTT (o que vale est+o t+o carecas que s+o aut+nticos slics). Chego + casa do guarda, mais uma, esta bem abandonada, dirijo-me para Manhouce, de seguida Vilarinho e a+ sinto as for+as a derreter em cada pedalada , tendo em conta a inclina++o. Aproveito para velejar, ou seja, andar aos zigues zagues, para disfar+ar a inclina++o. Bendita a hora em que dobro a montanha, salpicada ainda com muita neve que caiu nos +ltimos dias. Parque de Campismo da Fraguinha + vista. Aqui o cron+metro deixa de funcionar. Marcava: 3 horas e 5 minutos a pedalar e cerca de 50 Km percorridos desde Macinhata. N+o sei porque + que me convenci que no alto da Gralheira n+o haveria mais nenhum declive at+ ao planalto da Freita. Logo que abandonei a Fraguinha des+o ininterruptamente uma estrada at+ Candal ou Cando e Cabreiro e depressa me convenci que teria de subir novamente at+ chegar ao Planalto da Freita. Ainda pergunto a um pobre lavrador se o parque de campismo do Merujal ainda falta. O homem desata a rir e diz-me que se quizesse me levava l+ de tractor pois teria que subir por uma estradeca que se perdia l+ no horizonte. Toca a subir. Nunca mais chegava ao fim...como prepara++o para as maratonas que se avizinham estava a abusar. Atingi finalmente o planalto da Freita cheia de palitos (20, 24 , 26 aerogeradores...) e estradas todas esburacadas devido aos cami+es que os transportavam. Ainda pergunto a um dos trabalhadores dos aerogeradores qual a estrada que me poderia levar at+ + Serra do Cercal. Mas enganei-me e quando dei por ela j+ era tarde demais : fui ter + SRa da Lage. Desci rapidamente pela estrada nacional at+ Vale de Cambra e a+ sem for+as, todo roto, paro num caf+ para trincar qualquer coisa e lembrei-me de ligar ao meu amigo trabalhador de um organismo do Estado que metido no escrit+rio, perdido em papeladas, teve certamente um dia bem mais emocionante que o meu. Diz-me que para Sever do Vouga a estrada nem subia muito...(&$&%#)?= ?)=)=%#&() Assim que cheguei ao cruzamento da Senhora da Saude, estava j+ transformado em Zombie. Viro para Silva Escura e a+ meto pela primeira vez em estrad+o. Como o terreno j+ era conhecido foi um ver se te avias para chegar ao Infant+rio em Aveiro pelo menos +s 18.30 para buscar as minhas filhas. Alto da Serra, Casa do Guarda. Vila Nova de FUsos e finalmente Carvoeiro - Macinhata. Chegada por volta das 18.30 ao caf+ da esta++o. Pelas minhas contas cerca de 140 Km e um empeno garantido. Tenho de usar o halibut das minhas filhas para ver se me alivio da irrita++o provocada pelo selim (eheheheeh) Abra+os Vasco Sousa

[3]   valdemar  |  30/01/2006
BTT ILHAVO 2006 G Grupo Desportivo da Gafanha de +quem. Ora a+ est+ algo de diferente para os Arfadores. Orienta++o em BTT com road-book.
Pena que a neve (na serra) e o frio tenham desviado desta actividade alguns dos nossos colegas, mas estivemos em n+mero aceit+vel G M+rio, V+tor, Freixinho, Valdemar G e tivemos surpresas: o arfador fundador Mariano, infelizmente agora sem tempo para nos aturar, e a Ana Paula Vizinho (sim, essa mesmo, a amiga dos pinguins) que ap+s alguns anos sem dar not+cias resolveu aparecer o que torna o nosso grupo bem mais simp+tico.
Concentra++o, 7,5 km de tro+o de liga++o a bater o dente, seguidos de 17 km percorridos sem falhas, a ritmo certo, sem chuva.
O facto de termos sa+do juntos (M+rio e Ana Paula no mesmo minuto e eu no minuto seguinte) permitiu-nos aos 3 rolar em conjunto do princ+pio ao fim e beneficiar da experi+ncia do M+rio neste tipo de passeios em orienta++o, e s+ n+o chegamos juntos ao final porque a Ana Paula se atrasou no +ltimo km.
Resultado: aquilo que devia ter sido um 1- lugar ex-aequo transformou-se na terceira surpresa do dia, uma vit+ria aqui para o escriba (pela vantagem de um minuto na sa+da) ficando o M+rio com o 2- lugar da geral. Isto de ficar em primeiro + fixe, sabe mesmo bem receber parab+ns e banho de espumante. O nosso Arfoguia j+ me disse que para a pr+xima me deixa ganhar outra vez (pois, pois...). Para completar as boas not+cias a Ana Paula ficou com o 1- lugar femininos sem dar hip+teses + concorr+ncia. A quem sabe nunca esquece.
Organiza++o em grande n+vel. Muitos e bons elementos, eficazes, bem dispostos, coordenados, muito profissionais. S+ um reparo: a +gua dos banhos, fresquinha quanto baste e em pouca quantidade.
Percurso agrad+vel, rolante, sem zonas de grande dificuldade, bem marcado no road-book, enfim o ideal para cativar o pessoal para novas e mais exigentes aventuras deste tipo. Parab+ns ao Miguel Ca+ador, homem de muita experi+ncia neste tipo de actividades e sempre com um entusiasmo inacredit+vel.
A sorte dos Arfadores esteve presente at+ no momento do sorteio das lembran+as o que nos permitiu levar para casa, al+m dos trof+us, v+rias prendinhas bem +teis.
Para o ano l+ estaremosGǪ


[2]   Jo+o  |  16/01/2006
+ verdade! J+ n+o andava desde o ano passado.
As semanas de inac++o sucediam-se, as calorias assimiladas em doces e demais iguarias tradicionais teimavam em acumular-se, +s quais, e para agravar, se juntavam as dos imperd+veis elixires t+o profusamente emborcados + roda da mesa de amigos e familiares.
Tudo isto por causa da quadra! Que palavra esta. Se n+o estivesse amputada, bem que poderia ser mais significativa. Pois +, basta acrescentar-lhe no fim a s+laba "do" e a+ temos o meu verdadeiro estado. Exactamente, "quadrado"!
Mas quem tem por amigos os Arfadores, esse n+o + estado que perdure por muito tempo.
Isso porque n+o h+ estado de tempo, por mais adverso, que impe+a programadas sa+das de se realizarem.
Ontem, uma vez mais, assim foi! Chovia bastante, mas n+o o suficiente! Reunidos nas bombas da Repsol, a +nica altera++o ao inicialmente programado foi o local. Em vez do Caramulo, optamos por Sernada do Vouga.
N+o podia ter sido melhor a decis+o. Os trilhos estavam verdadeiramente fant+sticos. Eram trilhos por demais conhecidos, mas h+ muito, muito tempo que os n+o percorr+amos naquelas condi++es.
A +gua escorrida, com alguma express+o, pelos regos que, em ziguezague, se desenvolviam encosta abaixo. As pedras, lavadas da terra que as cobria, apresentavam-se escorregadias, obrigando-nos a apelar a todas as nossas capacidades BTT+sticas.
Apesar de completamente encharcado, com lama por tudo quanto era s+tio, confesso que me deu um gozo de mi+do percorrer aquelas encostas e trilhos naquelas condi++es.
Mais a mais, porque neste dia se registou o regresso +s lides, e em grande forma, do nosso ArfoGuia, M+rio Fernandes. E regressou na sua melhor forma: insatisfeito e a querer sempre mais. Ele + que orientou toda a sa+da. Era ouvi-lo: "- E se f+ssemos ali, e acol+, e acoli...". Antes mesmo de termos tempo de responder era v+-lo, j+, a pedalar, numa forma f+sica invej+vel (quem diria, depois de tantos meses de inactividade) encosta acima, impar+vel! S+ mesmo o Valdemar + que conseguia acompanhar aquele ritmo.
Foi bom, muito bem mesmo.
Reinou a alegria, a satisfa++o, o prazer imenso que a companhia de t+o excelentes companheiros e amigos sempre porporciona.
2006 bem pode contar connosco. Os Arfadores a+ est+o para mais um ano de intensa actividade.


[1]   Jo+o  |  01/01/2006
Inicia-se, hoje, um novo ano.
Embora com algumas pequenas variantes, amigos de sempre e novos amigos, comida diferente, local diferente, poder+ parecer mais um ano como todos os outros.
Mas n+o. Este ano + diferente!
O BTT est+ consolidado e j+ n+o + encarado como uma modalidade da moda.
S+o cada vez mais os praticantes que se encontram por esses trilhos fora. + dif+cil ir, hoje, a uma qualquer serra portuguesa e n+o encontrar por l+ algu+m a desfrutar dos enormes prazeres que esta modalidade de excel+ncia poporciona.
As iniciativas ligadas + modalidade multiplicam-se e o n+mero de novos praticantes n+o p+ra de crescer.
Esperando que assim continue, s+ me resta desejar a todos um 2006 verdadeiramente espectacular.


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